O azulejo em Portugal deixou de ser apenas um revestimento utilitário para se tornar uma narrativa visual.
- O Século de Ouro (XVIII): Dominado pela “Ciclo dos Mestres”. Caracteriza-se pelo azul e branco (influência da porcelana chinesa e de Delft), retratando cenas galantes e religiosas.
- A Revolução Industrial (XIX): Introdução do azulejo de padrão produzido em fábrica. Tornou-se democrático, cobrindo fachadas inteiras para proteger da humidade atlântica.
- Contemporaneidade: Artistas como Maria Keil (Metropolitano de Lisboa) e Add Fuel (Street Art) reinterpretam os padrões geométricos tradicionais com técnicas modernas de stencil e cerâmica de alto relevo.
